quarta-feira, 1 de julho de 2009

Esse hábito de sofrer que tanto me diverte




















Aquela Tonha lá
Que botou a cara pra apanhar
Agora sofre
Se retorce
Sem saber quando gritar.

Aquela Tonha lá
Que fica sem graça de falar
De noite rola na cama
Se retorce
Sem saber como se salvar.

Aquela Tonha cá
Que só queria se calar
Ficar quieta e sossegar
Agora se retorce
Sem saber
Sem saber
Sem saber.

11 Deixe aqui seu comentário:

C.Lima disse...

Em mim, ás vezes o silêncio me sufoca. Boa quarta linda =]

Doce Limão disse...

Querida Tonha, me permite um personal palpiter?

o título é: Aquela Tonha lá!!! (sem as exclamações)

Outro personal palpiter? Na verdade uma apropriação indébita, só para brincar com o ritmo do poema. Ai vai.

Aquela Tonha lá
botou a cara pra apanhar
agora sofre se retorce
sem saber o que gritar

Aquela Tonha lá
fica sem graça de falar
na cama rola se retorce
como pode se salvar?

Essa Tonha cá
Só queria se calar
quieta, sossegar
mas agora se retorce
sem saber sem saber
sem saber...

se me excedi, me perdoe! beijo

onzepalavras.com disse...

É por isso que você é tão amada, sem saber, sem saber, sem saber (!)

Lesma de sofá disse...

Sabe sim, sabe mesmo.
bjs

Inês Correa disse...

Tonha querida, eu quero dizer pra você uma frase que nem é minha mas que cabe pra algumas pessoas, você entre elas: "se você não existisse precisava inventar". Bj

sonia pedrosa disse...

Amiga, a cada dia, vc me surpreende mais!!!!!
Beijosssss
sonia.

Ledium Franciscus disse...

Tonha,
amei.
Mas a Tonha cá, sabe muito bem quando gritar!
E com certeza, e muito bem, sabe o que a pode salvar.

Anônimo disse...

Que lindo!!!
Que "sacação" de si!!
Mas por que é sempre na suposta dor que temos um encontro com a gente mesmo?

Sawyer disse...

Adorei o programa de ontem!!! Boa semana. Beijos, Gabriella.

Leda disse...

só li agora e achei doído. é divertido sofrer, frida? isso passa, logo vc se livra. não tem essa de se salvar, vc tá completamente salva e sabe quem e o quê não estão. só esperar a hora de saltar. bjs

Anônimo disse...

Aquela Tonha lá
com muita graça ao falar
mesmo sem saber rimar
chamava Amilar de militar

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