Elas, as palavras,
saíram tão rápidas
tão firmes.
Tão tão.
Encontraram o branco
se esparramaram.
Ganharam corpos
tão fortes.
Tão tão.
Foram com meu clic
para o mundo.
Se assustaram.
Se perderam.
Não não.
Então assustada
gritei.
Coloquem-se!
Emendem-se!
Grito mudo
Vão vão.
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Quase consigo ouvir seu poema como música. Esse recurso de sonoridade me agrada muito, e olha aí como é simples. O mais difícil é ser simples.
Gostei muito! preciso, sonoo e gostoso de ler!
bjs,
Daisy
lindo, lindo, lindo!!!!
Ah, eu adoro vc no fantástico, logo de cara foi com quem eu mais me identifiquei, pelo jeito, pelo estilo e tal, gostei demais!
Eu também gosto de ouvir os outros, eles tem histórias incríveis, alguns não claro haha. Minha vó é uma delas, sempre me conta histórias que eu fico impressionada, ja falei pra ela que vou começar a escrever as histórias que ela me conta e publicar um livro. Adoro escrever, pretendo escrever muitos livros. Adoro desenhar, criar, inventar, to sempre inventando... e estilo, bem, eu faço o meu rs.
Você tem e-mail/msn/orkut algo do tipo?
Bjs
É sempre em vão que damos tentamos ordena-las como melhor nos pareceria, elas têm uma ordem própria, a necessidade de se comunicar por si, através de nós, e no fim, era bem aquilo mesmo!
Beijos,
Elis
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